sábado, 14 de julho de 2012

  Não sou entendida em nada...
Assemelho-me a um cerzido em tecido frágil no entanto a linha forte e robusta...
A carvão desenhado, há uma forma de gente que costura a vida em pedaços agarrados a medo...
E cada pedaço é-me precioso.
  Não sou entendida em nada,
excepto em emoções que ninguém entende...e remendo-as á minha roupa,
 ao meu tecido rasgado,
 ao meu cerzido a sangue...
Gosto das minhas lágrimas quando elas se me permitem,
lavam de mim a fuligem dos pensamentos tristes e,
sento-me na penumbra da copa das árvores  costurando folhas verdes de esperança...
  Não sou entendida em nada, 
mas agarro cada gota de chuva com amor e braços inteiros...

Um comentário:

Paula Nogueira Guerra disse...

Há coisas que se calhar não são para ser entendidas, apenas sentidas :)

I FEEL YOU!

Beijinhos docinhos sweetie ****

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espreito pelo canto dos olhos a minha alma,ávida de encontrar "coisas"sobre mim que desconheço!

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